Pernambuco comemora a Semana Estadual de Conscientização sobre a Alienação Parental

Anualmente, acontece no mês de abril a Semana Estadual de Conscientização sobre a Alienação Parental, instituída pela Lei Estadual nº 15.447. 

Esses eventos têm o objetivo de informar, aumentar a consciência e promover o debate sobre a alienação parental.

A alienação parental é um dos temas mais delicados tratados pelo direito de família, considerando os efeitos psicológicos e emocionais que a prática desses atos pode provocar nas relações entre crianças e adolescentes e seus pais, avós e familiares. É toda interferência na formação psicológica da criança ou adolescente promovida por um dos genitores para que se afaste do outro genitor.

Pode se dar de diferentes maneiras, como proibir que o pai ou mãe veja a criança, fazer chantagens, manipular, influenciar a criança ou adolescente contra o pai/mãe e familiares, dificultar visitas, omitir informações sobre os filhos, apresentar falsas denúncias para dificultar a convivência, entre outras atitudes que prejudicam ou impedem a relação do filho com um dos genitores e familiares.

As consequências desses atos podem marcar aquela criança ou adolescente pelo resto da vida. Envolvem culpa, ansiedade, depressão infantil, agressividade, e quando adultas, as vítimas de alienação parental apresentam distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico, uso abusivo de drogas e álcool, não conseguir estabelecer relacionamentos afetivos saudáveis, entre outros.

É impossível saber ao certo o número de crianças e adolescentes vítimas de alienação parental, já que os processos correm em segredo de Justiça. 

Promover o debate e a troca de experiências para conscientizar a sociedade e qualificar os profissionais que lidam com esses casos é uma forma de proteger nossas crianças e adolescentes. E esse é o objetivo da Semana de Conscientização e Prevenção da Alienação Parental.

A Assembleia Legislativa de Pernambuco lançou a Cartilha ‘Alienação Parental’  que apresenta informações advindas, em boa parte, da experiência de profissionais que se dedicam ao trabalho com a temática da Alienação Parental, como psicólogos, assistentes sociais, advogados, em uma transversalidade necessária para entender o tema. 

A cartilha foi construída com a participação de representantes do Centro de Apoio Psicossocial do Tribunal de Justiça de Pernambuco, da Coordenação de Operações Acadêmicas da DeVry Unifavip e do Conselho Psicologia – 2ª Região (Pernambuco). 

Você pode ter acesso a cartilha clicando aqui

 

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